Pastora Inquisidora: Sandra Faraj me persegue na justiça

Sandra Faraj: leitora assídua do blog do Guilherme Pontes.Foto: internet/reprodução.

Depois de processar os jornalistas Hélio Doyle, Mino Pedrosa, Odir Ribeiro, Tony Duarte, Maria Lúcia, enfim... é tão longa a lista... a deputada distrital Sandra Faraj (SD) resolveu voltar a sua munição contra a minha pobre pessoa.
Incomodada com as matérias publicadas por este blog, em especial com a denúncia de nepotismo publicada há 12 dias (Nepotismo feroz: Pastora Sandra Faraj cuida bem dos seus), a parlamentar fez o que está acostumada e me “botou no pau”.
Tentou enganar a justiça induzindo o MM. Juiz de Direito a erro, mas “deu ruim” para Sandra. Não conseguiu manipulá-lo como faz com os seus “fiéis”, por óbvio. É muita pretensão sua achar que conseguiria “passar o papo” em um Juiz de Direito e usá-lo como instrumento do seu incontrolável anseio facista de amordaçar a imprensa.
Mas ouçamos o que a Justiça tem a dizer da deputada Sandra Faraj (SD):
“[...] Conforme se depreende do referido documento, o Sr. Guilherme afirma que a autora praticou nepotismo, ou seja, nomeou parentes para ocupar alguns cargos públicos.
Analisando essas afirmações em cognição superficial, verifico que não houve abuso do direito de informar. Não vejo "tom irônico e pessoal, com críticas ácidas voltadas à Parlamentar, sem indicar os fatos", conforme alegado à fl. 6. Ao contrário, o réu não apenas apontou a suposta irregularidade, como também mencionou expressamente os nomes dos parentes da Deputada Distrital e os cargos para os quais foram nomeados.
O papel da imprensa é essencial no Estado Democrático de Direito, especialmente para divulgar os atos supostamente irregulares praticados pelos Agentes Políticos.
Por isso, somente é possível coibir a divulgação de matérias jornalísticas evidentemente abusivas, sob pena de cometer grave censura. Neste caso, não vislumbro abuso do direito/dever de informar, sendo importante ressaltar que a autora, na causa de pedir, em nenhum momento negou a contratação dos parentes apontados na matéria veiculada no blog do réu.
Como o nepotismo é um dos problemas mais antigos e repugnantes da Administração Pública, o combate promovido pela imprensa é natural e lícito. E o cidadão que paga os impostos, ou seja, os vencimentos da autora e, supostamente, também os dos seus parentes, têm o direito de saber exatamente o que está acontecendo nos corredores da Câmara Legislativa do Distrito Federal. [...]”
Fonte: Guilherme Pontes.


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