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Pastora Inquisidora: Sandra Faraj persegue Jornalista Mino Pedrosa na justiça

Foto: internet/reprodução.
O jornalista Mino Pedrosa está sendo processado pela deputada distrital Sandra Faraj (SD) que não gostou de duas matérias publicadas no site “quidnovi.com.br”.
A primeira matéria questionava o fato de a deputada estar tranquilamente descansando na Áustria enquanto a sua indicada, diretora presidente da AGEFIS, Bruna Pinheiro, passava os tratores em cima das residências dos moradores da chácara 200 em Vicente Pires.
A segunda matéria expunha o comportamento segregacionista da parlamentar e pastora evangélica que responde por assédio moral na Justiça do Trabalho (agravado por perseguição religiosa), à pelo menos seis funcionários da administração do Lago Norte.
Relembremos os fatos:


Foto: Quidnovi/reprodução.
1ª matéria - Texto legenda: a realidade é outra
A foto acima realmente demonstra uma total paz de espírito da deputada distrital Sandra Faraj (SD – Solidariedade) com o marido à beira do lago em Modsess na Áustria, um dos recantos mais lindos no planeta. Agora, após o recesso as derrubadas feitas pela indicada da deputada para a Agefis, Bruna Pinheiro, deixou os sonhos e a paz da deputada só na fotografia.
Quem não deve esta gostando de ver a imagem são os moradores da Chácara 200 em Vicente Pires que ainda têm pesadelos com o barulho dos tratores jogando ao chão sonhos de toda uma vida.

Foto: Quidnovi/reprodução.
 2ª matéria - Sandra Faraj: O peso da Justiça na injustiça cristã
O processo que corria em segredo de Justiça onde a deputada distrital, Sandra Faraj, figura como ré, foi revelado hoje no programa Retrato Falado e se tornou público para os ouvintes e leitores do site QuidNovi. A deputada distrital que escondeu dos eleitores o seu comportamento segregacionista responde acusação de assédio moral, agravado de discriminação religiosa de pelo menos seis funcionários da Administração Regional do Lago Norte, bairro nobre de Brasília.
A deputada à época do governo petista de Agnelo Queiroz, ocupava a cadeira de administradora e ameaçou os funcionários que não seguiam sua congregação religiosa.
Não é a primeira vez que a deputada se envolve em polêmicas religiosa, uma audiência pública no plenário da Câmara Distrital chegou a acontecer agressões físicas quando a deputada impedia os professores mencionassem questões políticas nas salas de aula, também tentou impedir que se trata-se do tema da homofobia (livre escolha na opção sexual).
Na manhã de hoje a deputada disparou telefonemas para seus pares questionando o vazamento do processo que corria em Segredo de Justiça e foi divulgado no programa Retrato Falado por este colunista.
A imprensa é livre e tem o dever de iluminar o que muitas vezes permanece oculto.

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