Política e Segurança Pública na Capital Federal.

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22/02/2017

Paulo Octávio: telhado de vidro, pelo jornalista Mino Pedrosa (QuidNovi)



O ditado é claro: “Quem tem telhado de vidro não atira pedras no telhado dos outros”
No dia 09/02 o diário oficial trouxe uma publicação que chancela a “parceria” nada republicana entre o ministro da saúde Ricardo Barros e o empresário Paulo Octávio.
O juiz esta sendo o Tribunal de Contas da União que vem investigando várias denúncias de irregularidades praticadas pelo ministro nas licitações do órgão.
O empresário Paulo Octávio (PP), que chegou em Brasília “ puxando a cachorrinha” vem abocanhando dos cofres públicos contratos facilitados pelo “amigo” e antigo correligionário  nos tempos de parlamento, hoje o ministro da Saúde Ricardo Barros.
Na Valec, no Ministério do Transporte abocanhou contrato milionário à custa de “ajuda” do mensaleiro Valdemar Costa Neto (PR).
Publicado no Diário Oficial da União nº 29, Seção 3, página 89 em 09/02/2017 o Extrato do Termo Aditivo nº6/2017 – UASG 250110 do contrato de aluguel nº 11/2012  entre o Ministério da Saúde e a Paulo Octávio Investimentos Imobiliário Ltda, prorrogando a vigência do contrato de 01/02/2017 a 31/01/2018. Esse contrato refere-se ao Prédio Localizado no SCS, Quadra 4, Bloco A, onde atualmente funciona a Unidade VI do Ministério da Saúde e que teria sido uma das justificativas para o aluguel do edifício PO700 localizado no SRTV norte também de propriedade dos empreendimentos Paulo Octávio.
Paulo Octávio é um dos maiores empresários do Distrito Federal. Entre suas empresas estão uma construtora, hotéis e dezenas de imóveis, alguns deles alugados para o governo federal com contratos milionários sem licitações.
Em 2009, a Polícia Federal deflagrou a Operação Caixa de Pandora. Segundo as investigações, o esquema consistia na cobrança de propina de empresas que forneciam produtos e serviços ao governo do Distrito Federal. Parte da propina seria destinada a Arruda, Paulo Octávio e a deputados distritais.
Em 2013, Paulo Octávio e outras 36 pessoas viraram réus em processos que apuram o caso. Arruda e Paulo Octávio negam seus envolvimentos no esquema.
Paulo Octávio também responde a ações relativas à Operação Átrio, pela qual chegou a ser preso no dia 2 de junho de 2014 – cinco dias depois, foi posto em liberdade. A operação investigou um esquema de liberação irregular de alvarás para construção de empreendimentos no Distrito Federal.
Segundo as investigações, Paulo Octávio teria corrompido agentes públicos para conseguir licenças.
Fonte: Mino Pedrosa.


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