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Moradora do Paranoá tem só um hidrômetro, mas Caesb cobra por dois

Foto: internet/divulgação.

Uma moradora do Paranoá tem perdido o sono com a conta de água de sua casa. Jozilda Gois alega ter somente um hidrômetro em sua residência, embora a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) cobre por dois.
Mensalmente, ela paga R$ 20 pelos dois hidrômetros, valor que é embutido na conta. À moradora, a Caesb disse que a cobrança ocorre por ter duas moradias no lote. Jozilda, por sua vez, reitera ter apenas um hidrômetro e um “cômodo” interligado à casa.
À reportagem, a Caesb explicou que, “havendo mais de uma habitação em um único lote, o volume de cada faixa de consumo é multiplicado pelo número de habitações, que são as denominadas unidades de consumo”.
A tarifa no DF é dividida em faixas de consumo. Quem gasta até 10m³ paga R$ 2,86m³; de 11 a 15m³, R$ 5,31/m³; de 16 a 25, R$ 6,78/m³, e assim por diante. A medida é feita, inclusive, para resolver situações de prédios em que os apartamentos não disponham de ligações individualizadas. Nesses casos, o volume é multiplicado pelo número de apartamentos e tarifado de acordo com a faixa de consumo.
No caso de Jozilda, a Caesb diz que há duas unidades de consumo e, embora o consumo seja menor que de 10m³, a cobrança é de 20m³. Por fim, a Caesb explica que as definições estão previstas na resolução da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento do DF (Adasa) nº 14/2011.
Por Ian Ferraz do Metrópoles.


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