Por dentro da Operação Drácon: 1ª parte, cap. 4

Secretário de Saúde Humberto Fonseca e Promotora de Justiça Marisa Isar. Foto: Matheus Ferrari/MPDFT/divulgação.

4. A INVESTIGAÇÃO NA 1ª PROMOTORIA DE JUSTIÇA DE DEFESA DA SAÚDE (1ª PROSUS)


Ainda segundo a reportagem da revista “Isto É”, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) também teria tido acesso a tais gravações e estaria realizando uma investigação sobre o tema.
E, de fato, desde 28/06/2016, a presidente do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília (SindSaúde-DF), MARLI RODRIGUES já havia entregue ao MPDFT os documentos e provas do alegado esquema de corrupção no GDF.
Em 20/07/2016, MARLI RODRIGUES, prestou depoimento junto à 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde do MPDFT (2ª PROSUS), esclarecendo os detalhes do esquema de corrupção no GDF:


No mesmo dia, em 20/07/2016, CAIO BARBIERI, ex-chefe da Casa Civil do GDF também presta seu depoimento, relatando que apesar dos graves fatos denunciados, os responsáveis pela apuração no âmbito do GDF “fizeram vistas grossas” às denúncias.


Por Dr. Guilherme Pontes com informações do SindSaúde/DF.
Advogado e Professor de Direito.

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