Assad assou demais: uma testemunha "queimada" e sem credibilidade

Os amigos: Jamal Bittar, Luiz Carlos Botelho Ferreira, Rodrigo Rollemberg, Tadeu Filippelli e Afonso Assad.
Foto: internet/divulgação.

O empresário do GDF Afonso Assad já foi amplamente exposto neste blog. Vide as cinco matérias abaixo:
A dupla dinâmica da saúde do DF: o empresário paladino da moralidade e o motorista-secretário do Buriti;
Golpe de mestre 2: como Rollemberg se aproveitou de Assad para desestruturar a CPI da saúde no DF;
Empresário Afonso Assad inaugura obra do GDF ao lado de Rollemberg;
- Afonso Assad: o “santo do pau oco”; e
- ÁUDIO BOMBÁSTICO DOS IRMÃOS ASSAD TRATANDO DOS SEUS NEGÓCIOS NA SECRETARIA DE SAÚDE.
Mas ele não para de aprontar. A última pérola dele é a seguinte:
Encurralado e pressionado após suas declarações, sem conseguir provar o que alega, resolveu mudar a versão de seu conto para ver se desta vez “cola”.
Notem que Afonso Assad é considerado uma “testemunha-chave” da chamada operação Dracon da Gestapo do PSB-DF (DECO/DECAP).
Primeiro ele teria se encontrado com o deputado Júlio Cesar (PRB) e o deputado bispo Renato Andrade (PR), em 07/12/2015, no restaurante Fogo de Chão. Depois ele muda o “papo” e diz que só o deputado Júlio estaria presente, não o deputado Renato Andrade, mas que haveria uma outra pessoa que ele misteriosamente não sabe quem é. Aguardemos qual será a próxima “versão” do empresário Pinóquio do Buriti. Quem sabe não teria ele se encontrado com o Gepeto?
É por isto que há um velho adágio no direito em que se diz que a prova testemunhal é a prostituta das provas.
Fonte: Guilherme Pontes.


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