Dr. Guilherme Pontes

Direito, política, segurança pública

11/05/2017

TJDFT apresenta resultados na otimização dos gastos em 2016


Gestão dos consumos e foco no uso mais otimizado do orçamento foram as estratégias do TJDFT para vencer as restrições orçamentárias impostas ao Poder Judiciário, em 2016. No último dia 26/4, o Presidente do TJDFT, desembargador Mario Machado, realizou evento em reconhecimento ao esforço dos gestores e das unidades no alcance do equilíbrio financeiro necessário para esse fim. Na ocasião, o Secretário-geral Celso Neto apresentou os dados da evolução dos custeios e investimentos do Tribunal, desde 2008 até 2016.
Importante em todo esse contexto foi que, apesar do contingenciamento, os resultados das atividades foram mantidos em qualidade e eficiência. Cenário esse revelado pelo Secretário em sua apresentação: das 111 ações construídas a partir de reuniões que originaram um Plano de Ação, 80 foram executadas em 2016, 22 estão em andamento e somente 9 não foram iniciadas, destacou. Ressaltou ainda as campanhas de sensibilização para o engajamento dos públicos e o monitoramento das ações por meio de painel eletrônico.
Os itens monitorados foram: água, energia, manutenção predial, bens de consumo, correios, gráfica, transporte, vigilância, limpeza, alteração de layouts, impressão, infraestutura de TI, obras e telefonia.
Celso apresentou também as perspectivas a partir do orçamento do TJDFT previsto para os próximos anos, que continuará com restrição orçamentária, uma vez que a Emenda Constitucional nº 95/2016 estabeleceu o ano de 2016 como base de gastos para os exercícios posteriores.
Como resultados desse trabalho, foram apresentados dados de economia real e projetada/prevista, isto é, o que se evitou gastar no ano, com planejamento dos gastos, conhecimento sobre o histórico de consumo nos últimos anos, e projeção de cenários mais realistas. Entre os exemplos apresentados, destacou-se o consumo de água. Com a previsão feita pelos gestores dos contratos para 2016, o consumo deveria ser de 20% a mais do que em 2015, devido à inauguração de dois novos fóruns. Entretanto, como resultado, o consumo foi 1% menor que no ano anterior. Assim, a economia projetada para água e para energia foi de cerca de R$ 600 mil e R$ 980 mil, respectivamente.
Por fim, o secretário enalteceu outras ações, como a redução de contratos e serviços, otimizando a prestação jurisdicional, sem perder na qualidade e na eficiência; e destacou, em especial, os sistemas administrativos e judiciais eletrônicos, como o SEI, o PJe, o SEEU, e o SIGOC, além do teletrabalho, como responsáveis agora e no futuro, de forma continuada, se bem gerenciados, por levar os custos do TJDFT a um decréscimo natural dos gastos.
 Fonte: TJDFT.




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